8 Erros Comuns no Imposto de Renda dos Investidores

Para muitos investidores a época de declaração de Imposto de Renda significa inseguranças e dúvidas.

Todos os dias recebemos dezenas de perguntas, enviadas por investidores aflitos, que ainda não conhecem o ebook do imposto de renda na bolsa e não sabem o que fazer na hora e comentem diversos erros comuns no imposto de renda.

erros comuns no imposto de renda
“Ah! Sempre os mesmo erros no IR em ações…”

Por mais que a grande maioria dos investidores se esforce para fazer tudo certo, é comum que hajam erros, levando à consequências nada boas:

  • Pagar mais imposto do que é devido
  • CPF na malha fina e pagamento de multas
  • Meses de preocupação esperando a resposta da Receita Federal
Para facilitar a sua vida (e a nossa), listamos aqui os 8 erros mais comuns na hora de encarar o Leão, e como você deve evita-los:

1. Achar que não precisa pagar o IR em ações mensalmente

Este é com certeza o maior erro dos investidores iniciantes, que na maioria das vezes descobrem que deveriam ter pago o ir em ações mensalmente quando já é tarde demais.

Lembre-se que a declaração de ajuste anual (IRPF), que ocorre durante março e abril de cada ano, não é para o pagamento do IR em ações, e sim para ajustar o valor total de imposto que foi recolhido durante o ano, em todas as suas fontes de renda. O investidor que realizou operações na bolsa de valores, deve apurar e recolher o imposto de renda todos os meses, pagando sua DARF até o último dia útil do mês seguinte.

2. Não considerar a isenção para o IR em operações normais

Buscando incentivar a negociação de ações de forma não especulativa (entenda como “investimentos de longo prazo”), o governo concedeu um benefício tributário aos pequenos investidores que se aventuram na bolsa de valores: a isenção de ir am ações.

No entanto, a isenção não se aplica à qualquer tipo de operação em bolsa de valores, e sim somente para operações não day-trade (compra e venda em datas diferentes) e quando o valor total das vendas no mês for inferior à R$ 20.000.

Não há duvidas de que isentar o investidor de imposto é um ótimo incentivo para que ele negocie na bolsa de valores e dê preferência a operações não especulativas (day-trade).  No entanto, um detalhe que passa despercebido por muita gente é que a isenção não funciona por faixas, como a aliquota do próprio IRPF. Isso é, quem vender no mês R$ 1,00 acima dos R$ 20.000,  já perdeu a isenção sobre todo o valor e pagará 15% de imposto sobre seus lucros!

Portanto, não cometa o erro de não pensar no limite de isenção do ir em ações, e evite realizar venda que totalizem mais de R$ 20.000 no mês.

 3. Perder tempo calculando o IR sozinho

Não queremos desmotivar ninguém, mas calcular seu ir em ações sozinho dá trabalho! Além de gastar um bom tempo juntando suas operações, separando day-trade de operação normal, compensando prejuízo, etc, a chance de ter um erro no meio do processo á alta e pode custar caro.

Hoje em dia a tecnologia oferece algumas facilidades na nossa vida, e no cálculo do seu imposto de renda não é diferente. Aqui no Bússola temos a nossa tradicional Calculadora de IR, que reconhece as informações de suas notas de corretagem, apura seu IR mensal e já gera sua DARF. Como ela é compatível com qualquer corretora, acaba sendo a opção favorita e milhares de investidores.

Sua corretora provavelmente irá te oferecer alguma solução de cálculo de IR, porém na grande maioria dos casos acaba sendo mais cara e mais difícil de utilizar. Como sempre, incentivamos que você compare suas opções, mas não cometa o erro de achar que é melhor calcular tudo sozinho.

"OK, você calcula seu IR na mão. Conte mais como você se sente inteligente por fazer isso?!"
“Se quiser pagar mais imposto, por mim tudo bem..”

4. Não utilizar prejuízos para pagar menos IR

Utilizar seus prejuízos anteriores para reduzir seus lucros tributáveis é completamente legal (no sentido jurídico e na gíria também). Veja um explicação de como faze-lo no artigo como compensar prejuízo em ações.

Alguns investidores pagam IR em ações à mais porque não levam em consideração a compensação de prejuízos, que funciona da seguinte forma: caso o investidor tenha perdido uma certa quantia de dinheiro em uma operação, ele pode descontar esse valor quando ele obtiver lucro.

Por isso, é muito importante manter o registro dos prejuízos para que eles possam ser descontados depois. Vale a pena lembrar que prejuízos em operações day-trade não são compensados com lucros em operações normais, e vice-versa.

5. Esquecer de descontar os custos operacionais levando a erros no IR

O imposto de renda incide sobre os seu lucro líquido, ou seja quanto de dinheiro você de fato ganhou. Para isso, deve, ser descontados os seus custos para realizar a operação, como corretagens, taxas da bolsa, etc.

Por exemplo, se o investidor ganhou R$ 100, mas gastou R$ 20 de corretagem e mais R$ 3 de taxas da Bovespa, ele precisa tomar cuidado e lembrar que o ir em ações só será cobrado sobre os R$ 77, que ele realmente ganhou.

Não é raro que investidores esqueçam de descontar os chamados custos operacionais e paguem mais imposto do que realmente deveriam.

6. Não tratar bonificações, desdobramentos e dividendos

Como a Receita considera sempre o preço médio das ações, o investidor que recebeu bonificações de ações terá o cálculo do imposto devido um pouco diferente; é preciso que o investidor divida o valor total da aquisição de ações pela quantidade de ações que tem (incluindo bonificações).

Por exemplo, se o investidor comprou 90 ações a R$ 10 cada, ele tem um gasto total de R$ 900. Se ele ganhar mais dez ações como bonificação, o total de ações pula de 90 para 100. Sendo assim, ele precisa dividir R$ 900 (o custo total das ações compradas) por 100 (o total de ações que ele detém agora).

O resultado é o preço médio de ações (no caso, R$ 9). Com desdobramentos, não é diferente: a Receita exige o preço médio. Neste caso, o investidor precisa levar em conta o fator inverso do desdobramento. Por exemplo, se a ação se desdobrou de uma para quatro, é preciso dividir o preço médio por quatro.

No caso de dividendos, a coisa fica bem mais fácil: não é preciso pagar o imposto, pois a empresa que retém os lucros já pagou o valor calculado sobre a quantia ganha por ela.

7. Achar que o Imposto de Renda Retido na Fonte é o imposto total

Alguns investidores olham a nota de corretagem, veem o imposto de renda retido na fonte (IRRF) e acham que já estão acertados com a receita Federal. Grave engano…

Diferente de outros investimentos com renda fixa e fundos de investimento, operações em bolsa de valores não têm o imposto de renda devido totalmente retido pela corretora, cabendo ao investidor esta tarefa. O que ocorre na realidade é que a corretora retém apenas uma pequena parte do percentual (0,005% do total de vendas em operações comuns; e 1% do lucro de operações em daytrade). Este valor serve somente para indicar à Receita Federal quanto você obteve de lucro e movimentações financeiras.

É o chamado “dedo duro”, já que com estas informações a recita consegue identificar quanto você deve pagar de IR em ações.

8. Não saber como pagar o IR em atraso

O prazo de pagamento do IR em ações é até o último dia útil do mês seguinte. Por exemplo, o investidor que teve R$ 1.500 de lucro em fevereiro, deve gerar sua DARF e paga-la até o último dia útil de março.

Caso o investidor tenha perdido o prazo, serão cobradas multas e juros e o investidor precisa calcula-las para que a DARF inclua esses valores no sistema. Os juros precisam ser calculados de acordo com a SELIC e é possível calcular o valor no site da Receita Federal, na área de pagamentos em atraso.

 

erros no ir em ações
Na hora de declarar mostre ao Leão quem manda no seu dinheiro.

Queremos saber sua opinião!

E você, acha que ficou faltando algum erro comum que não está nesta lista? Caso ainda não tenha feito a sua boa ação do dia, compartilhe este artigo em suas redes sociais (botões á esquerda), e nos ajude a fazer com que menos investidores cometam estes erros!

DICA: Não cometa mais erros tendo uma fonte segura para tirar suas dúvidas, conheça aqui o Guia do Imposto de Renda na Bolsa!

Diego Wawrzeniak (@diegowrz) é autor do Guia do Imposto de Renda na Bolsa.
Trabalhou no mercado financeiro e é economista pela FGV. Além de finanças, também é apaixonado por empreendedorismo, inovação e conversar com outros investidores.

  • Will

    Uma duvida que tenho é a seguinte: Estou com um prejuizo de 400 reais de operações passadas, no mês realizo uma venda no valor de 10.000 com um lucro de 1.000, não gerando imposto de renda. Caso no mês seguinte eu realize uma venda ultrapassando os 20.000 da isenção, poderei usar esses 400 para descontar ou terei perdido eles por ter realizado uma venda com lucro, mesmo que abaixo do limite? Obrigado

    • Augusto Heil

      Olá,
      Você não perde o direito de abater um prejuízo até que realize o abatimento, zerando o prejuízo acumulado.
      Então sim, você poderá utilizar os 400 para descontar no lucro.

  • Cleyton Nascimento Makara

    Olá Diego,
    Gostaria de saber se posso resgatar o IR retido na fonte e como o faço. Em 2015 fechei o ano com prejuízo, porém com R$ retido na fonte. Pelo que entendi, não posso utilizar em 2016 para rebater o IR devido. Como recuperar este R$?
    Att,
    Cleyton Nascimento Makara

  • Marly S

    Boa tarde Diego:

    Gostaria de um esclarecimento: tive prejuízo na venda de ações em janeiro de 2014 e lucro nas vendas em abril e novembro do mesmo ano. Fiz o pagamento por DARF nos meses em que tive lucro, mas como tive prejuízo em janeiro, o pagamento realizado não foi necessário e consta na declaração anual 2014/15, no quadro consolidação, como imposto pago. Este imposto não soma à restituição que tenho a receber. Como recebo este imposto que foi pago? Ou ele ficará como crédito para vendas de ações com lucro futuro? Tenho que preencher algum formulário para recebê-lo? Ele não deveria ser somado automaticamente ao imposto que tenho para receber?

  • Leonardo

    Diego,
    Estou vendendo meu imóvel e logo em seguida comprarei outro (dentro do prazo de 180 dias). Como utilizarei todo o dinheiro para a compra do outro imóvel ficarei isento de pagar imposto. Minha dúvida é se mesmo assim eu preciso utilizar o GCAP e importá-lo na próxima declaração.
    Obrigado!

  • sementeiro

    “como compensar prejuízo em ações” o link está quebrado…

  • Luis

    Diego, digamos que ganhei no 1 ano, ai paguei imposto..e nos outros anos só prejuízo, posso pedir o dinheiro de volta ou não?? e sobre o imposto retido na fonte, oque da para eu fazer?? muito obrigado

    • Oi Luis,

      Não pode pedir de volta. Quanto ao prejuízo acumulado, você deve guarda-lo para compensar lucros futuros. Explico em detalhes como isso é feito no Guia do Imposto de Renda na Bolsa: http://impostoderendanabolsa.com.br
      Abraços!

  • Tomaz Retz

    Olá Diego, tudo bom? Estou tentando preencher os dados de renda variável (day trade) no IR utilizando as notas de corretagem que tenho em mãos. O problema é que são tantas informações que estou perdido sobre qual valor colocar, somar, e onde inserir… Como já tive problemas com a receita por falta de envio de informações estou realmente preocupado com isso. Você saberia me informar onde posso buscar informações para me auxiliar no preenchimento desses dados? O que devo somar e o que devo desconsiderar dentro da nota de corretagem? Por favor! Muito obrigado desde já. Um abraço

    • Olá Tomaz,
      O Guia do Imposto de Renda na Bolsa será muito útil para você. Nele você encontra o passo a passo do que precisa fazer para calcular, pagar e declarar seu Imposto de Renda. Ele está disponível neste endereço: http://impostoderendanabolsa.com.br
      Abraços,
      Diego

      Em 22 de julho de 2014 19:52, Disqus escreveu:

  • andrea leicht

    Boa tarde, tinha prejuizos a compensar no ano de 2013 mas como nao entendia como funciona, paguei impostos referente a lucros de operacoes normais na bolsa de valores este mes, referentes ao ano passado totalizando, entre multas, juros quase R
    5.000,00, sendo quase mil de multas e juros, tenho como reaver estes valores ? Grata, Andrea.

  • Paulo Cesar Marione

    Se eu tiver um grande prejuízo na bolsa , no qual, ganhei antes e recolhi o imposto. Posso compensar essa
    perda com os ganhos dos anos sequentes?

  • Clivia E. Raphael

    Boa Tarde, Tenho muitas dúvidas com relação a investimentos, não sei em que investir, sei apenas que queria investir em algo conservador…podem me dar uma luz?

    • Olá Clivia,
      É absolutamente normal ter dúvidas quando estamos começando nesta empreitada, porém fique tranquila. O único caminho é continuar estudando, acompanhando blogs, livros e artigos que ajudam você a entender como as coisas funcionam.
      Bom trabalho! ;)

  • Tmas Cwb

    Minha dúvida. Dia 01.01.2014 resgate Debenture BNDESPAR BNDP d51. Emissão 01.12.2010 Valor R$ 1.000,00 vence 01.01.2014. Ocorre que compra foi no mercado secundário, em 02.01.2013 valor R$ 1.338,00 com ágio. No resgate pago juros de 433,33 para todo período. Corretora reteve 17,50% sobre total juros, não considerou meu custo de aquisição maior. Acho qu estou pagando IR a maior.

    • Olá amigo,
      É importante notar sobre qual valor este IR foi recolhido. Se foi sobre os juros está tudo certo, porque quando você comprou isso já deveria estar incluído no preço.
      Abraços

  • Gisela

    Olá Diego !!!!

    Tenho uma dúvida (ao final desse texto) que ainda não encontrei ninguém que
    conseguisse responder, sendo que já perguntei a vários contadores…. Veja se
    você pode me ajudar, por favor.

    Em 2012 (ano calendário 2011) utilizei o sistema GCAP para registrar meus
    Ganhos de Capital, sendo que ocorreram duas coisas:

    1 – O sistema GCAP não fez a dedução das perdas referentes aos prejuízos;

    2 – Foram gerados DARF’S com o código 4600 para pagamento dos impostos
    referentes aos lucros.

    Importei o GCAP para a Declaração e fiz o lançamento do resumo das
    movimentações na aba Renda Variável. Informei os valores dos impostos pagos
    pelo GCAP nesta mesma aba.

    Meses depois fui notificada pela Receita, porque:

    1 – Alguns custos de aquisição não foram corretamente importados do GCAP para a
    Declaração, gerando débitos de impostos (indevidos) no código 4600;

    2 – Foram gerados novos débitos referentes à aba Renda Variável no código 6015,
    duplicando, portanto, os impostos devidos referentes aos lucros;

    O que ocorreu:

    1 – Fiz a Contestação das cobranças junto à RF e fiquei no aguardo de um
    retorno;

    2 – Mesmo sem resposta/orientação da Receita, corri atrás de retificar a
    Declaração com a ajuda de um contador (o que foi feito 3 vezes, em razão de
    desconhecimento do assunto tanto por parte dele, quanto por parte de quem o
    orientava na RF), sendo que durante todo o período (aproximadamente 1 ano e
    meio) fiquei sem poder emitir a CND;

    3 – A Retificação incluiu a extirpação das informações da aba Renda Variável
    e o auxílio de um técnico em Informática especializado para corrigir os
    problemas da importação do GCAP para o IR;

    4 – Somente após apresentada e processada a última Retificação foi que a
    Receita enviou uma resposta à Contestação, orientando-me a entrar com o PER/D-COMP
    para recuperação dos prejuízos;

    5 – Processada a última Retificação, a Receita atualizou os valores
    principais dos impostos devidos (que haviam sido pagos no ínicio de 2012) até
    abril de 2013 (desconsiderando que o pagamento havia sido feito à época) e tive
    que pagar então os valores referentes à atualização dos principais + juros e
    multa, a fim de evitar que continuasse sem a CND;

    5 – Entrei com o PER/D-COMP conforme orientação da Receita, sendo que neste
    programa são relacionados os DARF’s pagos e o valor solicitado – a Receita
    então julgou que os DARF’s eram devidos, e que portanto eu não fazia juz à
    restituição (considerando improcedente o pedido);

    5 – Entrei com nova contestação solicitando revisão, tanto referente à
    negativa do PERD COMP, quanto referente à atualização dos capitais devidos até
    2013, já que, desde o princípio, eu nada devia.

    Tudo isso leva a crer que tive um ganho fabuloso, certo ???

    Negativo – tudo isso foi o resultado de várias movimentações que resultaram
    num espetacular ganho de R$ 3515,42 e numa perda de R$ 1226,60. Ganho líquido
    de R$ 2288,82, IR devido de R$ 343,32.

    Só que como o GCAP não fez a compensação das perdas, paguei à época R$
    886,66 em impostos, e até agora não recuperei a diferença, além de ter tido
    despesas com contador e além de ter tido que pagar mais R$ 174,03 referente à
    atualização dos capitais + juros e multa.

    Ou seja, meu incrível lucro caiu para menos que a metade, no frigir dos
    ovos.

    Enfim…. as perguntas:

    Quando devemos utilizar o GCAP e quando devemos utilizar a aba Renda
    Variável ???

    Quando utilizarmos o GCAP devemos esquecer a recuperação das perdas, uma vez
    que o sistema não calcula ??? O que fazer já que o GCAP usa o código 4600 e a
    Renda Variável usa o código 6015 ???

    No aguardo,

    Gisela.

    • Olá Gisela,
      Para renda variável não recomendo utilizar o GCAP. Este sistema e útil quando trata-se de imóveis ou outras alienações fora da bolsa de valores.
      Para a renda variável é importante que você faça seu controle de preço médio, prejuízos, etc. Além de gerar a DARF para pagamento mensal.
      Não saberia te responder qual providência você deve tomar para seu caso, já que você já utilizou o GCAP. A sugestão é entrar em contato com algum plantão de dúvidas da Receita Federal.
      Abraços

    • Gisela

      Obrigada Diego, pelo retorno. Infelizmente já estive na Receita algumas vezes, mas os próprios funcionários que me atenderam não souberam me orientar. Meu sentimento é de que o investimento em ações é relativamente recente para “pessoas comuns”, que acabam “apanhando” na hora de Declarar o IR. Da mesma forma, os funcionários não estão preparados para solucionar as dúvidas.

  • Ana

    Diego, se eu tive prejuízos em operações day trade no ano passado eu posso compensar neste ano? e como faço para pedir o ressarcimento do imposto retido na fonte?
    Obrigada

    • Olá Ana,

      Você pode compensar desde que tenha declarado este prejuízo no ano antreior. Veja este artigo que ensina o passo a passo:http:/como-compensar-prejuizo-em-acoes/

      Sobre a restituição do IRRF você deve fazer pelo site da Receita, porém como a burocracia não ajuda muito, recomendo que utilize esse IRRF para compensar o imposto em lucros futuros.

      Abraços,

      • Márcio Bastos

        Olá Diego. Tenho dúvidas nesta linha pois passei por situação parecida com a da Ana. Mas como faço para utilizar este imposto em lucros futuros? Na verdade estou lançando meus últimos 5 anos de operação (Ações, Opções, FII) na Bussola e descobri que algumas vezes paguei a mais e em outras paguei a menos. Então como acertar na Declaração esta situação? Já sei que preciso retificar mas o que escrevo lá? Que paguei a mais e deixo em branco qdo não paguei? Ou já lanço os valores corretos após os calculos do Sicalc?